O blog está destinado a pessoas dispostas a transformar o mundo em um lugar melhor. Por isso, ele trará visões alternativas de fatos jornalísticos, envolverá temas polêmicos sobre religião, espiritualidade, justiça e muito mais.
Não, eu não sou contra uma intervenção militar na Síria, eu sou contra uma intervenção OCIDENTE na Síria. Ainda assim, o caso do uso de armas químicas não pode ser tão relevante quanto a morte de milhares de civis ao longo de todo o conflito. Quanto ao próprio uso das armas químicas, deveriam ser, fidedignamente, comprovados o envolvimento das tropas de Assad. E por que não os rebeldes?
Se há alguém que tenha que estar incomodado com o que acontece lá é a Liga Árabe e os seus componentes. Se eles não tomam uma atitude física contundente contra o território sírio é porque eles próprios não reconhecem, de fato, que há provas contra Assad.
Assad não é nem nunca foi nenhum santinho, assim como Sadam Hussein, mas uma intervenção militar de uma potência externa da região pode trazer males catastróficos não só para a população local como também para as relações externas entre países da região. Dez anos depois da invasão ao Iraque a população ainda se pergunta por que tem que conviver com tropas americanas naquele território, eles simplesmente perderam toda a administração local, de acordo com a Resolução obtida no Conselho de Segurança da ONU, para um país externo. Alguns teóricos chegam a afirmar, categoricamente, que se trata de um novo caso de colonialismo, tendo em vista que a administração local de empresas de petróleo e empreiteiras tornaram-se muito mais ocidente do revertidas em riqueza para a população local.
Encontramo-nos em um momento de graves problemas econômicos mundiais, revoltas acontecem até mesmo em territórios "desenvolvidos" europeus. Uma guerra movimenta a economia não para quem está na base, mas para quem está no topo da pirâmide financeira. Bancos lucram através de seus empréstimos gerando crédito para que a máquina militar possa ser alimentada, as empresas de petróleo também aumentam suas riquezas pois todos os veículos militares dependem de algum combustível derivado dele, as empreiteiras lucram por aumentarem as construções civis e os governos aumentam sua influencia de poder conquistando a atenção internacional e o poder em uma determinada região.
Não se iluda com essa história da Síria, não há santinhos ali. A Rússia tem interesse pois possui naquele território um setor estratégico de saída para mares quentes, assim como veem uma potencial ameaça territorial com o aumento da influencia americana no território. A China também reconhece a ameaça e se junta ao Irã, que já não é simpático ao governo ocidental. Israel terá um aliado importante próximo de si e o mundo Árabe, mais uma vez, entrará em um possível caos com o aumento dos números de atentados terroristas pois eles não aceitaram ninguém intervindo na região.
O jogo internacional é baseado no interesse, a partir do momento que se apoia um lado A ou lado B, escolhe-se o seu amigo e o seu inimigo. Não se iluda com essa de interesse humanitário na região pois, de fato, não há.
Quando
falamos de heróis logo nos remetemos a personagens comuns como os de
histórias em quadrinhos, alguém que fez algo por nós, pai e mãe
ou até mesmo aquele cara que salvou alguém em uma piscina se
afogando. Na verdade, existem muitos tipos de heróis.
Meus
pais são heróis pelo tanto que lutam na vida e me ajudam a me
erguer, o personagem Jack Bauer pelas tantas vezes que se sacrificou
por seu país, o vilão Mercúrio, de X-men, por ser o cara mais
veloz do mundo ou Jean Gray pela capacidade de mover tudo com o poder
da mente. Cada um, desses heróis da vida real ou de histórias em
quadrinhos me fazem refletir como seria se eu tivesse o poder deles
ou a capacidade que eles tem, mas foi um que mais mexeu comigo, uma
pessoa que eu conheceria 8 anos após estar morta e que me faria
refletir mais sobre a vida e o que eu posso de fato fazer para ser,
também, um herói.
No ano de 2011, eu e alguns amigos
estávamos na Bienal do Livro no Rio Centro andando de um lado para o
outro olhando os livros. Naquele dia eu sairia de lá com uma sacola
cheia de livros mas quase todos dados por alguma editora, somente um
comprado. Foi então que eu entrei em uma Stand e fui dar uma olhada
nas promoções e lá estava ele me esperando. Com 50% de desconto
(que maravilha!), o livro que iria revelar o cara que não estaria
mais em histórias em quadrinhos ou filmes e que eu poderia de fato
me espelhar para um mundo melhor. A capa já dizia “O homem que
queria salvar o mundo” e eu logo me interessei. Quando olhei os
comentários atrás, somado a oferta e ao estilo de vida do cara eu
falei “é esse”; e de fato foi.
Sendo sincero, eu abandonei o livro na
metade (já voltei a lê-lo), mas não porque era chato mas porque entre provas, enrolações
e mudanças na minha vida acabei deixando ele de lado – assim como
muitos outros –, sem nunca esquecer quem foi Sérgio Vieira de
Mello. Logo nas primeiras páginas eu morri de raiva, o cara que eu
já estava admirando antes de conhecer havia morrido em um ataque
terrorista em uma embaixada em Bagdá. Mas até sua morte foi
admirável, contam alguns sobreviventes que ele fora uma das
primeiras pessoas a serem atendidas mas que logo recusou e pediu aos
médicos para que atendesse as demais pessoas – típico de um
herói. Por mais que seja um relato daqueles que faz livros e artigos
serem lidos, não é de se duvidar que seja verdade. Sérgio era um
cara de nome simples, humilde e sincero. Dizem seus amigos que
“Sérgio conseguia penetrar em todos os mundos possíveis. Com
Kabila (ex-presidente do Zaire/Congo), era um homem de uma ex-colônia
pobre do mundo em desenvolvimento. E com os diplomatas europeus, era
o dignitário educado na Sorbonne”.
Em alguns episódios que recordo do
livro, ele foi capaz de se infiltrar em uma das piores organizações
genocidas do mundo, o Khmer Vermelho, um antigo partido comunista do
Camboja conhecido também como Kampuchea e conversar com o seu líder
a respeito dos refugiados. Estratégias eram traçadas de maneira que
quem não tivesse nada a ver com a história de disputa pudesse, no
mínimo, sobreviver. Sérgio lutou contra a ditadura no Brasil e
antes dela já almejou ser da Marinha, inclusive dizia que se fosse
chegaria a almirante, talvez pela sua forma de fazer política. Não
seguiu carreira no Itamaraty pois seu pai, um também diplomata,
havia sido aposentado forçadamente por não concordar com as
políticas dos militares. Por isso ele saiu da UFRJ e foi para França
estudar em Sorbonne.
Lá ele fez Filosofia, construiu teses
complicadíssimas e cresceu sua carreira no ACNUR (Alto Comissariado
das Nações Unidas para Refugiados). Assumiu muitos postos de
comando mas sua carreira, basicamente, cresceu devido as suas
posições em tomar atitudes arriscadas em momentos de delicadeza.
Ele errou algumas vezes, acertou muitas outras, sofria duras críticas
e não foi um pai/marido muito perfeito. Profissionalmente todos
gostavam de estar ao seu lado, mas ele passou por muito altos e
baixos, sofrendo, algumas vezes, até pequenos casos de depressão.
Sérgio não se tornou um herói para
mim por causa de sua vitória na vida, mas pelo exemplo que ele
passava para os outros. Em meio ao caos ele era a serenidade, em meio
a diversidade ele era a certeza e em meio a tantas opções ele era a
escolha. Mesmo estando sempre em meio a problemas, através de sua
imagem ele passava um ar de calma para as pessoas. E quando tinha uma
opinião? Discutia inclusive com grandes amigos para defendê-las,
não dava o braço a torcer.
Ele me ensinou até mesmo a ter mais
fé, mesmo sendo ateu. De acordo com a autora, ele não tinha
religião e ela chegou até mesmo a intitulá-lo como ateu, mesmo
assim ele nunca deixou de respeitar a fé de alguém ou de não
acreditar na humanidade. Ele estava nos piores lugares do mundo,
vendo mulheres estupradas, homicídios por disputas políticas e
pessoas morrendo por fome, ainda assim se utilizava até mesmo de
pequenas atitudes para poder ajudar o próximo, mesmo não tendo uma
religião ou uma crença religiosa imbuída.
Além de tudo isso, ele lembra meu
pai quando mais novo fisicamente..rs
Esse é o cara que passei a admirar e
ontem fez 10 anos de memória a sua partida. Em 2003 ele morreu em um
atentado terrorista mas a sua memória não foi apagada. Seus amigos
fazem qualquer um se emocionar com as suas mensagens e exemplos de
perseverança. Ele não era um cara perfeito, era cheio de defeitos
como eu e você, mas, no fundo, ele sabia de algo que, muitas vezes,
eu e você não acreditamos – a humanidade ainda tem jeito.
Este artigo foi escrito por mim em março de 2013, assim como o próximo, ainda assim são válidos para este momento ou qualquer outro.
Ultimamente,
com a intensificação dos protestos contra o pastor/presidente da
Comissão de Direitos Humanos Marco Feliciano e umas discussões que
tive no facebook a respeito de Ciência, venho passando a perceber um
aspecto do mundo que vem me incomodando.
Provavelmente
você já ouviu aquela frase “ame o próximo como a ti mesmo”,
não já? Pois então, se não ouviu, saiba que, quase a totalidade
das religiões presentes no mundo possuem esta frase de uma maneira
similar. Porém quando estudamos Ciência Política, começa-se a
entender que o que rege o mundo na verdade, não são as visões
religiosas dele, mas as visões políticas.
A nossa
sociedade é coberta por opiniões do tipo “respeitar ao próximo”,
“respeitar os Direitos Humanos”, “não emitir opiniões
vulgares sobre alguém”, etc, porém sabemos que nem tudo é como
se deseja ser.
Cresce
no mundo, cada vez mais, uma falsa sensação de liberdade. Podemos
emitir opiniões, “falar o quanto queremos sobre o que quisermos”,
mas se em algum momento emitirmos uma opinião que vá contra o senso
comum da sociedade ou o que se tem, falsamente, chamado de liberdade,
então somos taxados como idiotas, imbecis, desprovidos de
inteligência, de direita, sem cultura ou o que mais desejar
acrescentar a este vasto vocabulário.
Mas
você deve estar se perguntando: “Tudo bem, mas por que você está
falando isso?”
Porque
é o seguinte, estão tirando o Direito das pessoas emitirem opiniões
contrárias ao que a maioria da sociedade diz ou acredita, e isto é
uma forma de manipulação. Mais radicalmente se dizendo, pode-se
cogitar que é uma ditadura de opinião. Vejamos o porquê de eu
achar isso e por que acho que ter opinião é diferente de respeito.
No
Estado Nazista de Hitler ou na União Soviética, se você tivesse
uma opinião contrária ao senso comum do Estado, ou você era morto,
recluso ou preso. Em um Estado democrático, o mínimo que deveria
existir era o Direito de emitir a sua opinião, seja ela qual fosse:
defender os homossexuais ou não, acreditar em Deus ou não, seguir o
método tradicional científico ou não, e assim sucessivamente.
Na
sociedade pós-moderna vivemos um momento que eu chamaria de
desequilíbrio de opinião, como assim? Simplesmente as opiniões são
equilibradas pelas suas oposições, e aquele que vence essa disputa
de poder ou se torna mais dominante terá mais privilégios em emitir
mais as suas ideias do que o lado oposto.
Imagine
por um momento uma balança de pratos. De um lado temos cientistas
que acham que qualquer pesquisa que saia do campo tradicional do
método científico é inválida. Do outro lado, temos aqueles que,
ousando ir contra o mar de opiniões contrárias, seguem um outro
viés de pesquisa, ou até mesmo seguem o método científico porém
tentando descobrir questões fora da Ciência tradicional, e são
minoria
Com a
balança na qual citei, o lado científico tradicional vence e
qualquer tentativa de se mudar essa tradicionalidade perde. Assim
podemos também trazer isto para o campo político, social ou
qualquer outro.
A
democracia, diz-se ela, diferencia-se dos outros regimes pela
liberdade de opinião de uma pessoa. Se ela, por sua crença pessoal
ou não, acredita que o mundo não é esférico – deformado, oval,
que seja –, só tem uma maneira de mudar a opinião dela, que é
através da Educação, sem mais. Se você simplesmente chega e cria
uma lei dizendo: “qualquer pessoa que pregue que o mundo não é
redondo está passível de prisão e sua pena poderá pegar de 2 a 3
anos de cadeia ou serviços comunitários.”, cria-se somente mais
ódio, raiva e rancor contra a opinião: “o mundo é esférico”
pelo simples fato da pessoa que não acredita pensar: “Por que não
posso acreditar o contrário? Quem são eles para me privarem de
minha crença?”
Cristãos
morreram queimados e arrastados no Império Romano, Judeus – eles
são um povo, não uma religião – foram assassinados na 2ª Guerra
Mundial, Muçulmanos e Islâmicos foram assassinados por cristãos na
Idade Média, homossexuais morreram por defenderem sua opção
sexual, negros morreram por defenderem sua liberdade...entendem onde
quero chegar?
As
pessoas dão a vida por suas crenças! Se uma pessoa é um SkinRed
que vai sair por ai matando negros, mendigos e homossexuais e ainda
assim perseguirem ela, ela vai continuar com as suas crenças, pois
as crenças individuais não são formadas da noite para o dia mas
com um processo longo de aprendizagem, opinião, influência da vida
e da sociedade.
Quando
criei este artigo não espera escrever tanto, mas realmente este tema
vem me preocupando. O que realmente tem que importar no mundo são os
maus-tratos, a violência e a punição física, não valores
internalizados.
Se nós
temos negros, homossexuais, crianças ou o que mais for em nossa
sociedade sendo perseguido, não temos que impedir as pessoas de
terem opiniões contrárias mas sim criar leis para impedir que as
pessoas façam algo que vá ferir ou machucar o próximo, como é o
caso da lei Maria da Penha, que defende as mulheres de abusos sexuais
e violências físicas.
Um dos
fatores que me levaram a escrever este artigo é que eu já sofri
muito preconceito em minha vida e nunca tive uma lei para me
defender, nem por isso me tornei uma pessoa violenta ou pior pelo que
aconteceu comigo, pelo contrário. Enfrentei as diversidades e
preconceitos, dei a volta por cima e hoje faço a minha parte
seguindo a minha vida. Assim foi comigo e com diversas pessoas que
conheço.
Sinceramente,
se opinião pessoal fosse motivo para tornar o mundo melhor, então a
nossa política deveria ser a melhor do mundo. Quantos deputados,
senadores, vereadores, prefeitos, presidentes ou quaisquer outros
políticos não defendem o direito de todos e do povo? Quantos deles
são corruptos e não fazem nada para o povo? Pois é...a opinião
que eles mostram não é denotada pela atitude que eles tomam no dia
a dia.
Para
começar este artigo, eu estive na passeata do Rio de Janeiro com
outros 100 mil manifestantes e foi simplesmente fantástico. Todos
aqueles cartazes, as pessoas unidas, o hino nacional, algo
simplesmente espetacular. Eu cheguei com medo, já esperando o pior e
o confronto com a polícia, mas nada disso aconteceu, o que de fato
houve onde eu estava foi uma multidão unida e motivada em mostrar
suas reivindicações ao mundo. Saímos da Av. Presidente Vargas em
direção a Av. Rio Branco até a Cinelândia na maior paz. As
pessoas nos apoiavam dos prédios piscando suas luzes, outras usavam
seus celulares S3, S4, IPhone sem o risco de serem furtadas, alguns
anunciavam notícias de outros lugares do Brasil e ainda alguns
outros jogavam papeis picados para representar a paz e apoio ao
Movimento. Foi tudo muito lindo e seria muito mais não fosse a
imagem que ficaria na memória de muitas pessoas, a depredação da
ALERJ (Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro) e de algumas lojas
que haviam por perto e aqui eu começo tudo o que tenho a dizer.
Ouço
muitos se perguntando onde nasceu o movimento, quem financia ou quem
está por trás de tudo isso, neste artigo tentarei expor tudo o que
conheço e acredito.
Primeiramente
o movimento é independente e apartidário. Nisso muitos já se
levantam e dizem que haviam bandeiras do PSOL e do PSTU, e realmente
havia, mas eles não são a bandeira por trás dos movimentos, que em
muitos lugares repetiam até as abaixarem: “SEM PAR-TI-DO!”. Que
loucura é esta, que movimento é este?
Seja bem-vindo ao novo
século, o tempo das Revoluções através da internet.
Os
Anonymous são uma entidade/ideia, ser um Anonymous simplesmente
significa que compartilha os valores e princípios de liberdade, sua
defesa e a busca por ela. São pessoas do mundo inteiro insatisfeitas
com o governo que possuem e que resolveram se unir através das redes
sociais para lutar contra regimes ditatoriais ou até mesmo
democracias em que o que prevalece é a mentira e corrupção. Somos
todos os que desejamos um mundo com governos mais transparentes, que
trabalham para o povo, ao invés de trabalhar contra o povo; onde os
agente de paz estarão servindo o povo ao invés do estabelecimento
do sistema. Para isso, eles propagam documentos sigilosos, divulgam
vídeos de conscientização – documentários – e ainda organizam
Revoluções nos governos do mundo inteiro. Não é possível
entender o que está acontecendo no Brasil sem antes entender o que
aconteceu na Espanha em 2011, o que acontece na Europa entre
2011-2013, o que aconteceu nas Primaveras Árabes e na Grécia.
Justamente
por atuarem de forma “descentralizada,
atuando de forma anônima,
de maneira coordenada, geralmente em torno de um objetivo livremente
combinado entre si e voltado principalmente a favor dos direitos do
povo perante seus governantes.” (Wikipédia) é
que ele é uma ideia tão mal compreendida por aqueles que estão
fora do mundo cibernético, ou seja, quase todos os nossos
governantes. Na Espanha eles tiveram um papel fundamental em
organizar e manter a ordem de todos os manifestantes na Plaza Mayor –
Madrid
No
dia 18/06 foi postado isso em uma página dos Anonymous
Rio:
“Anonymous Rio
Com
os espanhóis aprendemos a ser Indignados. Com
os norte americanos aprendemos a Ocupar. Com os chilenos
aprendemos a usar limão contra o gás para não sermos presos por
porte de vinagre. Com os egípcios aprendemos a fazer máscara de
gás com garrafa pet. Nossas lutas aqui são as mesmas lutas em
todo o planeta. O sistema é global e a resistência também tem que
ser.
Temos que aprender a desconstruir o gueto que foi criado
com nome de nação, país. Nossa nação é o mundo, nosso país é
a Terra e nosso povo é o HUMANO.
Não nos deixemos
restringir. Vamos emancipar nossas fronteiras mentais e físicas.”
Muitos
falam de ataques de esquerda tentando tomar o poder, outros falam de
grupos de radicais de direita, mas, na verdade, o que há é só algo
simples: conscientização da população, justiça e cumprimento de
direitos iguais – para mais informações sobre os Anonymous
assistam o documentário “We are legion – Anonymous”
Agora
que entendemos quem são os articuladores de tudo o que está
acontecendo, nos perguntamos, como eles estão fazendo isso?
No
ano de 2011 foi lançado este vídeo ao lado,
mostrando as indignações daqueles que se reconhecem como Anonymous
e o plano vigente para pôr em prática os ideais da “ideia
Anonymous”. Como podem ver, já estamos na fase de transformação
que eles publicaram há 2 anos atrás, muito antes de tudo isso
acontecer.
Portanto,
antes que me venham com teorias de Conspiração do governo
brasileiro, você terá que surgir com uma teoria de Conspiração
maior, de governo mundial. Porque tudo o que está acontecendo já
foi premeditado, dito e tem caráter internacional.
Pacificidade
vs Vandalismo
É
interessante notar o que tem sido transmitido com relação aos atos
de vandalismo. Primeiro temos que pensar, como e por quem estão
sendo feitos este atos? Qual os motivos poderiam justificar os atos?
E a ação da Polícia em relação a eles?
Então, em um
primeiro momento, todos os movimentos começaram totalmente pacíficos
e com um número extremamente reduzido de manifestantes. Pessoas que
já tinham o costume de aderir a esses movimentos foram aos primeiros
atos como de costume.
Ao
final do ano passado eu fui a um movimento do “Dia do Basta”.
Deveriam haver pouco mais de 1000 (mil) pessoas e todos os que
estava ali já encontravam-se muito satisfeitos com o número, que
costumava ser bastante menor. Como você me explica então o fato de
em menos de 1 ano o número de protestadores aumentar de uma margem
de mil para 100 mil manifestantes no Rio de Janeiro?
Tudo isso
começou pela reação da polícia desde protestos anteriores como
a reação deles aos índios na Aldeia Maracanã. Não estou
aqui defendendo a causa dos indígenas, apenas afirmo, e a mídia
insistiu em não noticiar, que os índios foram recebidos pelos
policiais como se fossem marginais e bandidos. Com direito a gás
lacrimogêneo, spray de pimenta, e bombas de efeito moral, eles foram
expulsos do antigo museu do índio para dar lugar a construção de
um estacionamento para o maracanã.
Além
disso, outro fato que não fora registrado pela mídia, na
inauguração do “Novo” Maracanã, com presença da presidenta
Dilma Rousseff, novamente os manifestantes foram recebidos com todo o
aparato policial para dispersá-los. Isso aconteceu uma, duas,
três...diversas vezes, até que a passagem aumentou.
É
“normal” que a passagem aumente todo ano e hajam protestos. TODO
ano havia protestos contra o aumento da passagem. Tanto é que no
local em que estudo, ficou por meses uma pichação na parede escrito
“3,10 NÃO” - que seria o preço estipulado antes do governo
federal reduzir a alíquota para os transportes e ficar com preço
hoje de R$2,95 na cidade do RJ. O que não era normal eram os
manifestantes tomarem porrada da polícia e da Tropa de Choque, com
pouco mais de mil manifestantes. Tudo isso se repercutiu pelas redes
sociais e o evento começou a ter comoção nacional. Em alguns
Estados as tarifas foram reduzidas e então começaram as passeatas
maiores, depois da divulgação das imagens dos policiais em
confronto com os manifestantes mais alguns Estados conseguirem baixar
as suas tarifas. Quanto mais os policiais batiam mais o número
aumentava.
Para
quem não entende essa lógica é só pensar nos Cristãos do século
I perseguidos pelos romanos. Quanto mais os matavam, mais eles se
multiplicava. Tanto é que há uma discussão se a aderência de
Constantino ao cristianismo foi mesmo uma conversão ou um caráter
político, pois ele simplesmente acabou com os confrontos. Isso é
visto também na tomada da “Cidade Santa” - Jerusalém por parte
dos Árabes. Eles foram massacrados pelos cristãos e depois voltaram
com muito mais força. O mesmo se viu na Reforma Protestante
e Revolução Francesa, a igreja perseguia os racionalistas
e iluministas, matavam pessoas nas inquisições e ainda assim a
revolução crescia...
A história nos mostra, com diversos
exemplos, que o confronto é sempre pior do que o diálogo. Tanto é
que, como vou deixar um vídeo ao final do artigo, a maioria das
técnicas de “Manipulação das massas” são pacíficas e não
causam “dor” a ninguém, simplesmente porque esta é a melhor
maneira de se convencer a opinião pública.
Portanto,
embora eu e os vídeos dos Anonymous que postarei aqui
sejamos contrários a qualquer ato de vandalismo, depredação ou
violência, isso é completamente inteligível, por que? Além
de tudo o que eu citei acima, a paciência do povo brasileiro
explodiu, como uma panela de pressão, alguns simplesmente não se
contêm e começam a fazer quebra-quebra, por isso sou a favor dos
manifestantes pacíficos se unirem contra isso de mãos dadas,
afinal, são em número muito maior.
Você
quer saber quem são algumas das pessoas que participam dessas
badernas? Passa na Central em um sábado de manhã fria que
você vai descobrir. Crianças e jovens de todas as idades sem pais,
sem mães, ignoradas pelo sistema e abandonados. Todos dormindo
juntos, abraçados e com cobertores velhos. Passa na Avenida Brasil e
veja as centenas de pessoas fumando crack lá sem o mínimo de pudor.
Eles não podem ser completamente culpados, o sistema fez essa bolha
estourar.
Não
estou justificando aqui a não punição dos agressores e vândalos,
só estou dizendo alguma das poucas motivações para tais. Ainda
assim, há uma terceira e mais perigosa força dentro das
manifestações – os invasores.
Esses
caras vão, geralmente, para as manifestações mascarados – não
com a máscara de Guy Fawkes somente – mas com camisas enroladas ao
rosto. Eles não se animam com as palmas e não estão nem ai para a
cantoria, só fazem para disfarçar. CUIDADO COM ELES! Se for a uma
manifestação e perceber que alguém está agindo assim, está
incitando o ódio, o rancor ou a raiva, saia de perto. Este é um
momento perfeito para que partidos oposicionista e até mesmo os que
estão no poder, infiltrem pessoas para desmoralizar e quebrar o
sentido de toda e qualquer reivindicação.
Cuidado com eles!
Mídias
Ultimamente
não tenho dormido ou comido direito, tudo o que tenho feito é
acompanhar o que vem ocorrendo para escrever este artigo que espero
que me traga a fome, sono e vontade de estudar de volta..rs
Então,
após chegar dos protestos, passei em média umas 8 horas
assistindo os canais Globo, Record, Globo News e Band comparando
todas as informações passadas para ver qual era a deles em relação
aos protestos, e me surpreendi.
A
primeira surpresa foi ver que eles, ao invés do que vinham fazendo
ao longo de toda a outra semana, passaram a enfatizar o movimento
pacífico em vez de enfatizar o vandalismo na ALERJ. Porém, ainda
assim, os enfoques foram diferentes.
O
mais legal de todos – ÓBVIO – foi o CQC, que conseguiu colocar
humor na reportagem. Com o jornalista Gustavo Noblat no meio da
manifestação, ele chutou uma bomba de gás
Gustavo Noblat
lacrimogêneo de volta
para os policiais e começou a gritar, só que rindo, com um policial
“em mim não porra, em mim não” que estava atirando balas de
borracha, o policial simplesmente riu – assim como eu. Ali eu
percebi o caráter humano dos policiais e como eles realmente estão
tendo que cumprir ordens, mas voltando.
O
Datena, que antes criticava as manifestações estava falando do
caráter pacífico e elogiava a desenvoltura dos manifestantes
pacíficos. Ele falou mal do governo, incitou a corrupção,
problemas de saúde, resumindo, a BAND cobriu muito bem até onde vi.
Na
Record, achei muito interessante a forma como eles trataram
as manifestações. Primeiramente, eu estava na manifestação mas
pessoas que acompanharam pela TV me diziam que a repórter ou os
repórteres da Rede Record estavam no meio do povo e
transmitindo, ao vivo, muito bem as reportagens. Assim que cheguei a
casa, não acompanhei
muito por ela, mas no dia seguinte eu
acompanhei o “Balanço Geral” com o Wagner Montes e achei que ele
foi o que mais mostrou o lado dos manifestantes, seja nas confusões
ou no pacifismo. Nas confusões ele mostrou erros da polícia e os
manifestantes. Durante o programa, eles convidaram dois
manifestantes, que representavam algum partido – não me lembro se
foi político ou de faculdade – e comentaram sobre as
manifestações, bem interessante e diferente.
A
Globo News noticiou muito bem. Acredito que pelo fato de poder ter
mais tempo para exibir as matérias. Para mim foi uma grande surpresa
ver a globo não falando somente mal, que era
o que eu esperava
ouvir. Havia alguns repórteres que estavam na ALERJ e trouxeram
imagens exclusivas que foram bem legais mas que, ao mesmo tempo,
parecia que, mesmo que eles não estivessem falando isso e
enfatizassem a palavra “Movimento Pacífico”, com a quantidade de
tempo que as imagens da ALERJ pegando fogo passavam nas reportagens,
dava a entender que os manifestantes só fizeram isso, o que não
foi. Mesmo assim houve um progresso. Na Globo, eles repetiram os
vídeos que passaram na Globo News e enfatizaram muito mais o aspecto
violento da manifestação no início e a parte mais pacífica ao
final.
INTERNET
Fiquei
um bom tempo sem internet então acabei demorando a me inteirar
direito sobre os assuntos que estavam rolando. Primeiramente, fiquei
completamente focado no Facebook seguindo a todo momento as postagens
do Anonymous Rio, Anonymous Brasil e AnonymousBrasil (tudo junto)
para me informar melhor sobre o que estava acontecendo. Como eles
fornecem informações a quase todo o tempo, foi uma grande maneira
de saber quando, por quem e como eram agredidos os manifestantes ou
quando, por quem e como começavam os vandalismos.
Acredito
que as páginas Anonymous são as mais importantes porque tudo
começou a inaugurar graças a eles, portanto, há muita ajuda e
aderência por parte do “movimento” - chamo movimento pelo que
propagam na internet, mas os Anonymous são uma ideia, só.
Nos
sites há uma propagação de valores muito em prol das
manifestações, algo muito legal de se ver, principalmente nos
jornais estrangeiros. Hoje (19/06) a BBC pediu desculpas por um erro
de reportagem e pediu para que os manifestantes pudessem colaborar
enviando fotos e vídeos à eles. Alguns outros sites falam algumas
conspirações e tal...mas o que mais me chamou atenção era uma
ideia propagada de que a Dilma e o PT estavam forjando uma ditadura
comunista com tudo o que estava acontecendo. O que eu me perguntava
enquanto via o vídeo do cara falando era como ela iria
implantar uma ditadura comunista se nem os militares estão ao lado
dela? Se a população a vaia em um estádio com jogo internacional e
etc, é algo a se questionar.
Fora
isso tem a reportagem que vou colocar um trecho que, na minha
opinião, foi a mais medíocre que eu li. Ele apoia a posição do PT
e do governo.
“Essa juventude está
contaminada pelo discurso plantado de modo sistemático e recorrente
pela Rede Globo, segundo o qual, vivemos no pior país do mundo, mal
administrado, precário, aquele onde a corrupção sobrevive, já
tendo sido exterminada em todas as outras paragens do planeta.
A
vaia que Dilma tomou em estádio de futebol apenas serve para provar
uma antiga tese que defendo: políticos não devem comparecer a
eventos esportivos, onde a ingestão de bebida alcoólica antecede as
partidas e entorpece a
razão.”http://www.brasil247.com/pt/247/poder/105762/Empoderados-e-desiludidos.htm
A
opinião de alguns sites também foram muito interessante como o do
Le Monde Diplomatique, eis ai alguns trechos:
“3 – Na
linha da descaracterização, Jabor, Pondé, Veja e sentinelas da
despolitização de plantão querem dizer que as manifestações são
por um sentimento geral de insatisfação, contra a corrupção,
contra a criminalidade. Nem seria de todo mal debater esses temas, se
não fosse de forma completamente distorcida. Afinal, esses setores
costumam falar em corrupção sem debater que ela acontece via PPP
(ou tem gente que acha que Eike Batista e afins nunca pagaram propina
ou corromperam pra crescer seus polpudos lucros?), sem citar reforma
política e com ojeriza a temas essenciais como o financiamento
público de campanha. Se os políticos se vendem, alguém compra.
Da
mesma maneira, falam da criminalidade sem mencionar as estruturas que
mantém a desigualdade social, econômica e espacial. Que alimentam a
insegurança pública generalizada. E fingem ainda não participar
dessas estruturas. Normalmente, apoiam medidas como Rota na rua como
se isso fosse resposta à criminalidade – e sim, a mesma rota que
deu o show de horrores na quinta-feira, que fez o massacre no
Pinheirinho há pouco mais de um ano e que há muito criminaliza a
pobreza a os movimentos sociais, seguindo o comando do Senhor Geraldo
Alckmin de botar pra quebrar contra os baderneiros.”
Só
para terem uma ideia: Sabe de quem são esses bens? Adivinha!
“Bens:
Apartamento Financiado Com 2 Boxes- R$ 250.520,00 Apartamento
Sito A - Porto Alegre RS R$ 290.302,29 Casa Porto Alegre Rs
R$ 104.047,44 (...)Valor
total dos bens declarados: R$ 1.066.347,47 (Valores Sabotados)”
É
isso ai pessoal, ainda tenho mais coisas para falar e escrever mas
não dá, também tenho que voltar a focar na faculdade.
Vou deixar mais um vídeo muito bom aqui para quem quiser refletir mais ainda:
Na
parte II escreverei mais sobre a posição dos políticos, do
processo político atual e das reivindicações.
Nos vemos até
lá, talvez demore um pouco, mas voltarei! ;)
Raio que atingiu a basílica de São Pedro logo após a renuncia
do Papa Bento XVI
Observação: Poderia
passar a noite aqui escrevendo evidências e mais evidências mas sei
que muitos não vão querer ler. Portanto, no texto não encontram-se
alguns eventos como o discurso do Papa Bento XVI, que deu uma
alfinetada na Igreja Católica falando sobre hipocrisia, disputas de
poder, escândalos e injustiças. Quem quiser se aprofundar, procure
algumas fontes que citei ao fim do texto, com a única exceção dos
documentos secretos vazados pelo mordomo do Papa e pelo Wikileaks - famoso caso Vatileaks - que
foram amplamente divulgados pela mídia.
Segunda-feira de Carnaval no Brasil “caiu uma bomba” sobre o mundo. Na capa dos jornais e noticiários
o assunto mais comentado não era a nossa famosa festa, mas: “Renuncia
o Papa Bento XVI”.
Aposto que assim como eu, muitos ficaram estarrecidos, sejam
Católicos ou não. Afinal, como assim um Papa pode renunciar? Alguém
sabia disso antes do fato ocorrer?
Tudo vinha ocorrendo
normalmente em seu Pontificado, mas o que poucos perceberam foi que
o, daqui a pouco novamente Joseph Ratzinger, hoje então Papa Bento
XVI, já vinha apresentando sinais de que iria abdicar há algum
tempo. Em um de seus livros ele deixou escrito que um Papa teria este
direito e em uma de suas viagens visitou o templo de Celestino V –
Papa que também desistiu no ano de 1294.
Todavia o que me
levou a querer escrever este artigo foi muito mais do que a saída ou
renuncia de um Papa. Uma série de eventos interligados me deixou uma
grande sensação de que ele não abdicou do Pontificado por
problemas de saúde ou por que não ter condições físicas ou
espirituais de guiar a Igreja Católica Romana, porém que corrupções
e lutas internas o “forçaram” a renunciar. Quem sabe a vida dele
não estaria correndo perigo? Partindo desta premissa, vamos ao que
interessa.
No
ano de 2005, o atual Papa escolheu o seu nome, todos que assumem o
cargo o fazem. O nome Bento XVI parece não ter sido escolhido em
vão; de acordo com uma reportagem do jornal nacional o “cardeal
brasileiro, Dom Cláudio Hummes, disse que o
novo papa escolheu o nome Bento XVI com a sensação de que o
pontificado dele será curto. O arcebispo de São
Paulo afirmou que quando conversaram sobre o nome que o novo papa
adotaria, o ex-cardeal Ratzinger
se referiu a Bento XV como um papa que teve um pontificado
relativamente curto, mas muito produtivo. E que também havia sofrido
muito.”
Papa Bento XVI
Não
bastando as palavras do Cardeal brasileiro, o próprio Bento XVI
falou aos cardeais em Roma em 2005 como previu o seu Pontificado:
“Segundo o cardeal americano Francis George, Ratzinger disse:
"Espero, neste curto reinado, ser um homem de paz".
Qualquer
semelhança deve ser mera coincidência!
Porém,
o que todos desconfiavam era que, por conta de sua saúde ele
morreria ou teria sérios problemas em pouco tempo. Fato que foi esta
semana contestado pelo próprio Vaticano, o qual se pronunciou sobre
a saúde de Sua Santidade e disse que ela encontrava-se em condições
favoráveis para a continuação no cargo. Nem é necessário se
esforçar muito, quem não se lembra do Papa João Paulo II em sua
situação física das mais complicadas possíveis fazendo o "impossível" para manter tudo como deveria e visitando o mundo inteiro em seu
Pontificado? Pois então...não fosse essas coincidências “normais”,
começam a aparecer as conspirações.
No
ano de 2012 – ano passado – um amigo meu recortou uma reportagem
do jornal O Globo dizendo que um cardeal teria dito que havia uma
conspiração no Vaticano para matar o Papa em 12 meses. Assim dizia
uma das reportagens: “O periódico italiano publicou nesta
sexta-feira uma reportagem na qual afirma que foi entregue ao
Vaticano um documento contendo informações sobre uma
conspiração para assassinar o papa em 12 meses”
E
assim dizia em outro jornal: “O cardeal colombiano Dario
Castrillón Hoyos entregou ao papa Bento XVI um documento sobre uma
alegada conspiração para matar o santo padre dentro de 12 meses,
noticiou, esta sexta-feira, o jornal italiano "Il Fatto
Quotidiano".
Coincidência ou não, como a notícia
foi dada em Fevereiro de 2012, o prazo final para a Conspiração
seria Fevereiro deste ano, mês da renuncia do atual Papa.
Qualquer
semelhança deve ser mera coincidência!
Além
do mais, há também os detalhes obscuros, que eu mesmo reparei. Não
estou aqui alegando que a Sua Santidade, o Papa é um Illuminati, mas
SEM SOMBRA DE DÚVIDAS ele os conhecia. Se ele acredita neles ou não,
ai são outros quinhentos, mas ele os conhecia, por que afirmo
isso?
Para quem não sabe, os Iluminati são uma sociedade
secreta fundada em 1776 por um homem chamado Adam Weishaupt e se
chamava “Iluminados de Baviera”. Antigamente, tudo
que era originário de algum lugar, se utilizava o nome do local de
origem; assim foi com Tales de Mileto, Jesus Cristo de Nazaré, entre
outros nomes.
O que poucos sabem sobre essa sociedade é que o
homem que a fundou foi uma pessoa muito influente e inteligente. Ele
foi formado em Direito, criado pelo avô e passou boa parte de sua
vida em uma escola jesuíta. Não conseguindo entrar em uma sociedade
secreta como tanto almejava e sendo uma pessoa muito culta e letrada,
fundou a sua própria. De forma bem resumida, os maiores planos dessa
sociedade eram:
1- Aniquilação da monarquia e todo
governo organizado segundo o Antigo Regime 2- Abolição da
propriedade privada para indivíduos e sociedade 3- Supressão aos
direitos de herança em todos os casos 4- Destruição do conceito
de patriotismo e substituição por um governo mundial 5-
Desprestígio e eliminação do conceito clássico de família
6-
Proibição de qualquer tipo de religião tradicional
Fonte:
Livro "Iluminati – Paul H. Koch"
Nela
não poderiam entrar pobres ou qualquer pessoa sem algum tipo de
influencia ou poder, ao contrário das muitas outras que existiram em
sua época. O seu problema fora que, para continuar existindo, ela
acabou aceitando algumas pessoas que possuíam influência na
monarquia e que não deixaram de lado a sua lealdade, revelando os
seus segredos para os reis e rainhas que existiam. Com isso, foi
aberta a caça aos “Iluminatis” e então alguns de seus membros
foram mortos e expulsos de onde moravam. O que poucos atentam é que,
a grande engrenagem e mente do plano, continuou vivo e por muitos
anos ainda. Além do mais, um de seus membros mais poderosos, da
família Rothschild – que não possuía todo o poder que há hoje –
também continuou com os seus planos e com ligação com Weishaupt.
Tudo
bem, falei, falei, mas o que isso tem haver com o Papa Bento XVI?
Acontece
que, assim que ouvi onde ele nasceu no Jornal Nacional, fiquei
pensando em todas as hipóteses possíveis: "Joseph
Ratzinger nasceu no dia 16 de abril de 1927 em Marktl am Inn, uma
pequena vila na Baviera, às margens do rio
Inn." - Wikipédia
Entenderam
por que disse que ele conhece os Illuminati? Ele nasceu na mesma Vila em que foram criados os "Iluminados da Baviera"
De
acordo com o mesmo livro que citei a cima, há um trecho que diz na
Página 118 na versão espanhola o seguinte: “A
respeito da religião tratariam de atacar sistematicamente o
cristianismo em todas as suas formas, alimentando aos poucos 'todo
tipo de cismas e igrejas diferentes' e a depreciação popular a
doutrina e as hierarquias eclesiásticas; infiltra-se no Vaticano
para minar 'desde dentro' o poder papal e, por extensão, o caráter
cristão dos estados ocidentais; parodiar e ridicularizar 'os hábitos
do clero', assim como seus costumes e cerimônias, e apoiar e
difundir massivamente qualquer ideia que prima o laicismo e o
materialismo.”
Qualquer
semelhança deve ser mera coincidência!
Agora você imagina ler isso em um dia e no outro dar de cara com essa matéria no
jornal? É de dar arrepios...
Para terminarmos essa matéria vamos a mais uma informação
bombástica. De acordo com São Malaquias, depois dele haveriam
somente mais 111 papas, e adivinhem só, 110 já passaram, - depois
de março - o próximo será o último. Ele deixou umas duas palavras
para se referir a cada Papa e dizem que o cara vem acertando – não
sei se é totalmente verdade. Porém, é certo que ele acertou em
cheio os Papas João Paulo I e II, no qual se referiu a um como
"metade de uma lua" e o seu pontificado não durou nem um
mês e o II que se referiu como o “Trabalho do Sol” e que acabou
viajando o mundo inteiro, assim como de forma aparente o Sol faz em
sua "trajetória".
Sobre
o Papa que virá depois de Bento XVI, São Malaquias disse:
In
persecutione extrema S.R.E. sedebit Petrus Romanus,
qui
pascet oves in multis tribulationibus,
quibus
transactis civitas septicollis diruetur,
et
Iudex tremêndus iudicabit populum suum.
Finis.
O
que pode ser traduzido por:
então
na perseguição final à sagrada Igreja Romana reinará Pedro
Romano,
que
alimentará o seu rebanho entre muitas turbulências,
sendo
que então, a cidade das sete colinas (Roma)
será destruída
e
o formidável juiz julgará o seu povo.
Fim.
A
esta divisa, o Monge de Pádua colou as seguintes
palavras apocalípticas:
Na
suprema desolação do mundo, reinará Pedro Romano, último
Pontífice de Deus verdadeiro. Roma criminosa será destruída e o
Juiz tremendo julgará, triunfante, todos os povos.
Reunindo
as profecias de São Malaquias, os Iluminados de Baviera, o local
onde o Papa nasceu & a profecia de Nostradamus, parece que,
finalmente, alguma profecia está próxima de se cumprir.
Assim
disse Nostradamus:
Centúria
V Quadra 56
“Depois
da morte do velho papa
Será
eleito um romano de boa idade:
Este
será acusado de enfraquecer a Santa Sé e viverá por um longo
período,
Tomando
atitudes polemicas”.
Ainda
há mais informações sobre Nostradamus, vou deixar alguns links ao
final e quem quiser leia mais. Porém, uma coisa podemos comemorar, o
Papa não morreu.
Estaria
Bento XVI quebrando a profecia? Privilegiando os Iluminatis? Fugindo
do plano deles, pois os conhece bem – nasceu na mesma cidade que
eles – e teria tentado batalhar contra a sua contaminação em seu
Pontificado, desistindo por ver que não conseguiria? Dizem nos blogs
por ai que a Igreja Católica, na verdade, não acabará, somente
mudará de lugar, irá para Jerusalém - cumprindo algumas outras
profecias - mas tudo isso é só especulação.
Apesar de toda
a Conspiração, algo podemos tirar dessa história, alguém tirou
esse Papa de lá e estava tramando isso há muito tempo – ainda nem
deu para falar do mordomo que roubou documentos secretos do
Ratzinger. Por que? Como ele ou eles conseguiram fazer isso? Qual ou
quais são os seus planos?
Vamos acompanhar de perto esta
trama. Estou vendo que este ano de 2013 será um ano turbulento e não
só devido a este fato, mas tudo o que vem acontecendo nas Relações
Internacionais.